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Aluguel de Imóvel
Permanente.
Selecione por Bairro
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Renda com aluguel???
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10/03/2008
Fonte:
"A
COMARCA"
Heraldo Alvarenga Filho |
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A maioria das pessoas que
conheço apresenta uma queda uma queda acentuada pelo
investimento em imóveis. É como se o simples fato de
poder visualizar para onde foi o seu dinheiro, de poder
tocar os tijolos e paredes da propriedade, não
implicasse em riscos, ao contrário do que ocorre no
mercado financeiro. Ainda que o investimento em imóveis
seja uma boa alternativa de diversificação das suas
aplicações, ele não deve responder por uma parcela maior
do que 30% dos recursos que acumulou. Esta é uma regra
simples e tem como objetivo garantir o que chamamos de
liquidez das suas economias, ou seja, a capacidade de
transformar o investimento que possui em dinheiro, o
que, no caso dos imóveis, equivale a conseguir
alugá-los, ou eventualmente, vendê-los.
Qual o seu objetivo
Na hora de investir em imóveis, você precisa analisar se
tem como objetivo viver de renda ou se sua intenção é
ganhar com a valorização da propriedade. Isso porque,
dependendo do seu objetivo, a escolha do imóvel vai ser
distinta. Para quem quer viver de renda, o melhor é
optar por imóveis menores, de até 5 cômodos, cuja
locação é mais fácil. Como o aluguel destes imóveis é
menor, o prazo médio de locação pode chegar até 90 dias,
sendo maior entre os apartamentos que entre as casas, o
que garante que você não terá que arcar por muito tempo
com os custos de manutenção da propriedade, assim como
taxas e impostos. Este mercado é alimentado pelo déficit
habitacional brasileiro, ou seja, pelo fato de que
faltam cerca de 7 milhões de residências por esse Brasil
afora.
A melhor opção de retorno
Enquanto o aluguel de imóveis voltados para as classes C
e D pode chegar a 1,5% do valor da propriedade, enquanto
que nos imóveis de alto padrão voltados para a classe A
e B ele tende a não passar de 0,8%. Já entre os imóveis
comerciais a diferença é menor e o retorno varia entre
1% e 1,3%. Como era de se esperar, os valores que
informo acima servem apenas de referência, podendo
variar muito dependendo da localização do imóvel.
Exatamente por isso, antes de decidir o tipo de imóvel
no qual pretende investir é importante que o comprador
analise o tipo de retorno em termos de aluguel,
sobretudo, que esse imóvel pode ter.
Se o retorno de aluguel dos imóveis de alto padrão não é
atrativo quando comparado com o retorno de outras
aplicações financeiras (que até oferecem atualmente
retorno de até 0,85% ao mês) o mesmo não vale para os
pequenos imóveis, pois o retorno médio de 1,5% ao mês
supera a média paga pelos fundos de renda fixa trazendo
ainda um tratamento fiscal mais atrativo já que a renda
gerada pelo aluguel sofre tributação de uma alíquota de
15%, que no mercado financeiro só é oferecida para quem
aplica em ações, investe em previdência por mais de 8
anos ou mantém aplicação em renda fixa, sem sacar, por
períodos superiores 12 meses.
Outra oportunidade interessante pode ser a compra de
imóveis próximos a universidades, pois inquilinos não
irão faltar, além disso, do fato de que já está
comprovado que aqui, em geral, o risco de inadimplência
é menor. Isso porque grande parte dos estudantes que
saem de outras cidades para estudar é sustentada pelos
pais.
E os imóveis comerciais?
Caso a sua intenção seja comprar um imóvel comercial é
bom ficar atento, pois os experts afirmam existir uma
tendência entre muitos profissionais liberais de comprar
espaços pequenos em vez de alugá-los. São espaços
menores cujos preços caíram muito devido à superoferta
(veja se este é o caso das cidades de nossa região).
Diante disto, para quem quer comprar um imóvel para
alugar, pode valer mais a pena optar por imóveis em
torno de 150 metros quadrados, que por serem mais caros
tendem a ser alugados por quem não pode comprá-los.
Outra condição importante para que um imóvel comercial
seja valorizado nos dias de hoje é estar localizado numa
região bem policiada, com boa iluminação e facilidade de
acesso. Isso sem falar nas vantagens de infra-estrutura,
como ter gerador, cabos para internet banda larga, etc.
Ainda que boa parte dos investidores escolha a aplicação
em imóveis com o intuito de obter uma renda estável, o
maior potencial de ganho reside na valorização que o
imóvel deve sofrer no decorrer dos anos, especialmente
em áreas de forte crescimento econômico. |
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Imobiliarias Adiante Imóveis - Imoveis em Santos |
Imobiliarias Adiante Imóveis - Imoveis em Santos |
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Casa Própria?
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Aluguel para ter mais liberdade
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17/4/2008
Diário do Nordeste |
Alugar pode ser melhor
opção
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Pagar um imóvel que não é seu por
20 anos e ainda assim formar um patrimônio? Dependendo das contas, é
possível.
Ao contrário do que diz o senso comum, alugar um imóvel não é
necessariamente um mau negócio. Em algumas ocasiões, essa opção pode até
ser mais vantajosa do que zerar suas economias ou entrar em um longo
financiamento para realizar o sonho da casa própria. Então esqueça
aquela idéia de que aluguel é dinheiro jogado fora, analise sua situação
e faça as contas.
Determinação e disciplina são palavras-chave para manter em dia a saúde
financeira do candidato a inquilino. Se a diferença economizada no
aluguel for aplicada, os resultados podem ser bem interessantes — e até
mesmo garantir a aquisição futura do bem.
Como exemplo, pense em um apartamento de três suítes localizado na
Aldeota, que custa R$ 255 mil. Com juros de 1,10% ao mês no
financiamento em 20 anos, a parcela a ser paga fica em R$ 3.023,92. Ao
final desse prazo, se não fizer uma reserva paralela, você terá como
patrimônio apenas o próprio imóvel adquirido.
No mesmo prédio, o aluguel sai por R$ 900,00. O pensamento comum lembra
que depois de 20 anos aquele imóvel não será seu. Mas você terá
economizado por mês mais de R$ 2 mil. Mesmo que só consiga poupar R$
500,00 desse dinheiro, ainda assim, se colocá-lo em uma aplicação de
0,8% ao mês, terá mais de R$ 350 mil no banco ao final de duas décadas —
mais do que o valor do imóvel pretendido.
Pare de querer apenas ajeitar seu futuro tendo um lugar para morar e
pense em formar um patrimônio capaz de permitir que more onde quiser,
inclusive em um imóvel de padrão muito melhor que aquele que gostaria de
comprar. Inteligência financeira faz bem ao seu bolso. E isso pode
significar que morar de aluguel vá deixá-lo mais rico que tendo sua casa
própria´, defende o consultor financeiro Conrado Navarro, diretor do
site Dinheirama.
Mas a regra não é fixa. Nem sempre o que é bom para o vizinho é bom para
você também. ´É importante calcular e decidir o que é mais interessante´,
aconselha Navarro. Sites como o Dinheirama e o Mais Dinheiro trazem
planilhas que facilitam esses cálculos.
O aluguel pode não ser vantajoso para quem tem apenas parte do montante.
Neste caso, se houver possibilidade de obter uma taxa de juros anual de
cerca de 8% e a prestação da casa for igual ou menor que o aluguel, o
resultado das contas muda e pode ser interessante pensar em seu próprio
teto.
Na avaliação do diretor de economia da Associação Nacional dos
Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac), Andrew
Storfer, na dúvida entre ser mutuário ou inquilino, deve-se analisar bem
o tipo de financiamento, de amortização — preferindo-se, por exemplo o
SAC ao invés da Tabela Price — e verificar as taxas embutidas.
O tipo de aplicação das economias também deve ser visto com atenção. ´Há
investimentos que resultam em rentabilidade líquida — descontada a
inflação, impostos e taxas — menor que o valor que se pagaria de
aluguel. É preciso sempre comparar o aluguel com a rentabilidade já com
todos os descontos feitos´, orienta.
MOMENTO PROPÍCIO
Aquisição é vantajosa para consumidor estabilizado
Apesar de o aluguel ser mais vantajoso em algumas ocasiões, não há
dúvidas de que a casa própria ainda é o grande sonho do brasileiro. E o
momento está propício como há muito tempo não se via. Sheila Corrêa,
diretora comercial e de marketing do Portal Unimob (Universo
Imobiliário), atribui a situação à flexibilidade no sistema de
financiamento, grande oferta de crédito imobiliário e mais opções de
imóveis.
A decisão de migrar do aluguel para a casa própria inclui uma série de
fatores financeiros e pessoais. Quem já tem uma estabilidade na
carreira, economias guardadas, não pensa em ter mais filhos ou mudar de
cidade reúne os requisitos para investir na compra de imóveis com
sucesso.
Isso sem esquecer de alguns cuidados. Não basta apostar em prestações
próximas valor do aluguel. É preciso pesquisar tendências. ´A
depreciação do imóvel por desgaste ou antiguidade pode ser contornada
com administração e manutenção. Se ocasionada por deterioração da
região, não tem muito jeito. Se a compra for bem estudada, pode-se fazer
um bom negócio comprando em uma região que tende a se valorizar´, lembra
Storfer.
Inflação da moradia
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fipe, teve acréscimo de 0,44%
(ante 0,35% em fevereiro). O item “habitação” foi responsável por 46% da
elevação, variando 0,31% no mês (ante 0,19% do mês anterior). O aluguel,
que compõe o item, contribuiu com alta de 0,45% — a maior desde outubro
de 2000.
Já o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da FGV, utilizado na
correção dos valores de locação de imóveis, teve variação de 0,74% em
março. No mês anterior, o indicador subiu 0,53%. |
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06/04/2008
Fonte: O Estado de São Paulo Renata Gama |
Em busca de mobilidade e
conforto, há quem prefira pagar aluguel em vez
de comprar a casa própria
Comprar a casa própria é um
desejo muito comum entre os brasileiros, mas há
quem não dê a menor importância a isso. E não é
por falta de poder aquisitivo, mas sim por
preferência. Quem entende a opção? Quase
ninguém, diz a estilista Fernanda Coquet, que
mora há cinco anos numa casa de vila alugada no
Itaim Bibi, zona sul. “As pessoas se espantam.”
Mas a razão para a escolha é simples: alugar dá
mais liberdade.
O público que tem o perfil de Fernanda colabora
para que o mercado de locação permaneça
aquecido, mesmo ante o extraordinário
crescimento do setor de vendas. Segundo o
Sindicato das Empresas de Habitação (Secovi), a
procura crescente por aluguéis aliada à pouca
oferta tem provocado filas nas imobiliárias e
alta de preços. De março de 2007 a fevereiro de
2008, a alta acumulada foi de 7,5% - variação
superior à da inflação medida pelo Índice de
Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA), de 4,61%.
Nem sempre Fernanda teve tanta convicção em
alugar: “Quando me vi com dois filhos, achei que
tinha de ter um apartamento e procurei durante
um ano. Mas descobri que sair do aluguel é uma
liberdade relativa.” Na opinião dela, quem
compra é que acaba “preso” a gastos com
condomínio, manutenção e parcelas, quando a
compra é feita por financiamento. “E não tem a
quem recorrer caso ocorra algum problema no
imóvel. Tem que resolver sozinho”, ressalta.
O aluguel permite ainda que Fernanda more num
lugar melhor e mais confortável do que o que
teria condições de comprar. “Tenho tudo no
aluguel: a casa que eu gosto, no lugar que eu
gosto e mais barato.” Como não gastou as
reservas que tinha com imóvel, ela pôde investir
na sua confecção de biquínis e começou até a
exportar. “Em vez de ficar sem nenhum tostão e
ainda com dívida de financiamento, resolvi
aplicar no negócio.”
O engenheiro Emilson Yamashiro pensa de forma
parecida. Mas para ele o que pesou na opção pelo
aluguel foi a mobilidade. “Faz cinco anos que me
formei e já morei em quatro cidades”, conta. Ele
havia acabado de comprar uma casa em Indaiatuba,
interior do Estado, quando foi chamado para
trabalhar em São Bernardo do Campo, na Grande
São Paulo. “Comprei em julho, me mudei, e já
tive de vender em novembro.”
Em vez de comprar um novo imóvel, Yamashiro
resolveu dar outro destino ao dinheiro obtido
com a venda. “Montei um plano de ter um capital
e ganhar com os rendimentos. Se coloco o
dinheiro num imóvel, acabo perdendo, porque
deixo empatado”, explica. De perfil arrojado,
ele agora investe em ações.
Outro motivo que o fez adiar os planos de
comprar um imóvel é que, em breve, seu modo de
vida vai mudar. “Vou me casar no fim do ano”,
conta. Se fosse comprar um apartamento hoje, não
conseguiria adquirir o imóvel que gostaria para
o casal. “Mas eu posso alugar.”
Enquanto isso, ele conta com o dinheiro que vai
se acumulando no Fundo de Garantia do Tempo de
Serviço (FGTS). “Penso que quando eu tiver uma
quantia razoável parada, aí, sim, vou comprar”,
diz.
VENDAS
O perfil oposto de consumidor, aquele que coloca
a casa própria como meta de vida, por sua vez,
está revolucionando mercado de vendas nos
últimos meses. Segundo dados consolidados do ano
de 2007 divulgados pelo Secovi, as negociações
de unidades novas cresceram 29,3% em relação a
2006. E o número de lançamentos aumentou 50%:
38.536 unidades no total.
A engenheira Carolina Macorin, de 30 anos, por
exemplo, foi uma das que ajudaram a incrementar
os índices em São Paulo. Em julho do ano
passado, decidiu que em 12 meses compraria um
imóvel. “Eu tenho uma planilha de gastos e
débitos. E planejei comprar em julho deste ano,
mas apareceu a oportunidade antes e eu
aproveitei.”
Ela adquiriu um apartamento de 70 metros
quadrados no bairro de Pirituba, zona oeste, por
R$ 60 mil. “Mas vale R$ 90 mil”, calcula. É que
Carolina comprou a unidade diretamente da Caixa
Econômica Federal. O apartamento estava ocupado
e precisava de reformas.
Mas o valor que ela dá ao imóvel vai além do
mérito financeiro. Tem a ver com segurança
patrimonial e familiar. “Hoje, minha mãe é minha
dependente. Se acontece algo comigo, onde ela
vai ficar?”
Por isso, ela se dispôs a sair do apartamento
alugado perto do trabalho na Vila Madalena, zona
oeste, onde mora sozinha, para se mudar para um
bairro mais afastado. Lá, conseguiu comprar um
imóvel maior onde poderá acomodar também a mãe.
Carolina sabe que, por causa dessa escolha, vai
ter de enfrentar mais trânsito. “Mas é um
sacrifício que estou disposta a fazer em prol de
um bem maior.”
Mesmo antes de se mudar, ela já faz planos de
ampliar o patrimônio no longo prazo. “Financiei
em dez anos, mas minha perspectiva é quitar em
cinco. De repente, dependendo das condições,
daqui a cinco anos posso manter este apartamento
como bem e comprar outro”, planeja.
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Imobiliaria em Santos: locação |
Imobiliarias em
santos: apartamentos para locação |
Aluguel
Temporada
de Imóveis |
Locação pode ser de 12 ou 30 meses
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Proprietários e
inquilinos devem estar cientes de seus direitos e
deveres, previstos na Lei do Inquilinato
Na hora de alugar uma casa ou apartamento, não basta
escolher bem o imóvel e negociar um valor que caiba no
orçamento. Ao assinar o contrato, é preciso tomar uma
série de cuidados para garantir tranqüilidade durante
sua vigência. Em primeiro lugar, devem constar no
contrato todas as condições do aluguel. Para fazer a
documentação corretamente, o ideal é procurar a ajuda de
um especialista, que pode ser um advogado da área. |
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Proprietário e
inquilino devem estar cientes dos seus direitos e
deveres, que estão discriminados na Lei do Inquilinato
(Lei n.º 8.245, de 1991), além de outros acordos
descritos no contrato. Se, ao longo do tempo, as duas
partes mudarem as condições, devem ser feitos
aditamentos ao documento original. Podem haver tantos
aditamentos quantos necessários: o importante é manter
todos os itens combinados. Esse procedimento serve de
garantia para o proprietário e para o inquilino. Os
contratos podem ser válidos por 12 meses ou 30 meses. No
caso de 30 meses, se não houver alterações após o prazo,
ele passa a valer por tempo indeterminado.
O valor do aluguel, o índice de reajuste a ser aplicado
e a data-base para o reajuste devem estar especificados
no documento. Normalmente o índice adotado para a
correção é o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M).
O reajuste é feito com base no mês da assinatura do
contrato.
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RESCISÃO
Os contratos de aluguel são firmados por um período
determinado, mas, em algumas situações, podem ser
rescindidos antes do prazo. A falta de pagamento é um
dos motivos. Com um dia de atraso, o proprietário já
pode mover uma ação de despejo. Mas isso não costuma
ocorrer em caso de atraso pequeno.Quando o proprietário
ingressa com ação de despejo, ele pode cobrar do
inquilino os custos da ação com advogado e certidões.
Outro argumento para o proprietário rescindir o contrato
é para uso próprio ou de familiares. O dono pode
requerer o imóvel para um filho que se casou, por
exemplo. Nesses casos, ele tem o direito de reaver a
posse, mesmo que o contrato não tenha acabado. Mas isso
vale apenas nos contratos de 30 meses. Deve ser dado um
prazo mínimo de 30 dias para o inquilino deixar o
imóvel. Esse procedimento é a chamada “denúncia vazia”.
Após 30 meses de vigência de contrato, se ele for
renovado automaticamente por tempo indeterminado, o
proprietário também pode pedir que o inquilino saia,
desde que a solicitação seja feita com 30 dias de
antecedência. E não é preciso dar justificativas para o
pedido.Caso o inquilino deseje sair antes do fim do
contrato, terá de pagar multa, cujo valor deve ser
estipulado antes. A não ser que no contrato esteja
prevista a isenção após 12 meses.
O QUE OBSERVAR
Nomes - Deve aparecer os nomes do locador, locatário e
fiador
Descrição - Deve constar o endereço do imóvel
Valor - Deve estar determinado o preço do aluguel
Garantia - Forma de garantia de pagamento do aluguel,
por meio de fiador, seguro
ou caução
Reajuste - Índice de reajuste (normalmente é usado o IGP-M)
Multa - Deve constar o valor da multa por atraso ou por
outras razões
Tempo - Olhar o período de vigência se é de 12 ou 30
meses
Vistoria - Observar se o que aparece nas características
do imóvel corresponde
à realidade
Aditamentos - Qualquer modificação no combinado deve ser
registrada
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Aluguel em Santos |
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